segunda-feira, 26 de março de 2012


Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver. Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando a mesma cena por todo o tempo. Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas. Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo. E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas. 



quarta-feira, 7 de março de 2012


Me vejo bem e isso me alegra, porque eu ainda estou aqui sozinha em meio a multidão, mas eu não me importo mais, só  fico aqui ouvindo minha música tentando lembrar de coisas boas... tentando olhar o lado positivo das coisas, é como me vejo hoje.




- Daniela Luise  

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012





E a gente torce pra 

tudo dar certo...









Mas sabemos que não vai dar.




Quando foi que tudo começou a ficar tão difícil?

E me segurando para não desmoronar é como estou, me segurando para não deixar cair todas as lágrimas que desesperadamente estão querendo sair pelo meus olhos.
Sinto meu olhar perdido em meio a multidão, fico imaginando como vai ser o resto dos meus dias, e quanto tempo ainda vou estar aqui perdida em meio a tanta gente...


Só rezo, pedindo forças, força e sustento, para que eu saia daqui em algumas horas, mas que eu saia bem, sem choro, sem crises, sem medo, apenas normal, não insisto pro melhor, não preciso nem de sorrisos, gargalhadas, pulos ou lagrimas de alegria... quero apenas pelo normal, pelo meio bem, é o suficiente, é só o que peço...





- Daniela Luise  

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Não sou uma princesa, não estou num conto de fadas, nem tudo é perfeito e nem sempre se tem um final feliz, nem tudo é pra sempre, o sorriso pode virar lágrimas e o consolo, desespero, o choro é vitima, a risada rara, a vida é difícil a maioria das vezes, e o medo nos persegue, nos aprisiona...





- Daniela Luise  

sábado, 14 de janeiro de 2012





Chorar é diminuir a profundidade da dor.





As palavras são como os patifes desde o momento em que as promessas os desonraram. Elas tornaram-se de tal maneira impostoras que me repugna servir-me delas para provar que tenho razão.